Por Solange Machado
No primeiro encontro olhos curiosos,
inquietos e até mesmos temerosos desta “coisa” chamada Orixá.
De repente a mitologia ancestral torna-se a
história do dia a dia de cada um de nós, entra pelos ouvidos e inicia o processo
de reconhecimento do quão próximo dos humanos são os encantados, reis e rainhas
(Orixás) africanos cultuados no candomblé de hoje.
Nos encontros seguintes muita troca de
informações, energia e saberes - como é feito nos terreiros -, tudo somado a
oralidade, música e dança.






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