Durante a semana, no período da noite, uma longa caminhada de periferia a periferia, novos centros desse mundo, foi percorrida por 32 participantes que se locomoveram para comoverem. Estávamos na biblioteca do CEU Perus, mas a viagem era da África ao Brasil, desmistificando imagens estereotipadas, buscando trajetórias e personagens deixados à deriva neste vasto caminho, questionando nossas verdades e reconstruindo histórias para o reconhecimento da matriz africana como força civilizatória e, assim também, a nós mesmos. E discutimos textos de grandes teóricos do tema, refletimos sobre mapas, analisamos dados estatísticos, revisamos nossos conceitos e preconceitos, e enceramos o módulo inquietos, sabendo que a cada passo mil outros se abrem para o futuro. A experiência com tantos participantes ávidos, inteiros, inteligentes e dispostos a trocar é uma esperança. Dos trajetos da educação nascerá um futuro aberto às diversidades como mote para a superação das opressões, exploração e desigualdades. Avante!
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quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
Conclusão do módulo "África e Brasil em Perspectiva"
Por Amanda Carneiro
Durante a semana, no período da noite, uma longa caminhada de periferia a periferia, novos centros desse mundo, foi percorrida por 32 participantes que se locomoveram para comoverem. Estávamos na biblioteca do CEU Perus, mas a viagem era da África ao Brasil, desmistificando imagens estereotipadas, buscando trajetórias e personagens deixados à deriva neste vasto caminho, questionando nossas verdades e reconstruindo histórias para o reconhecimento da matriz africana como força civilizatória e, assim também, a nós mesmos. E discutimos textos de grandes teóricos do tema, refletimos sobre mapas, analisamos dados estatísticos, revisamos nossos conceitos e preconceitos, e enceramos o módulo inquietos, sabendo que a cada passo mil outros se abrem para o futuro. A experiência com tantos participantes ávidos, inteiros, inteligentes e dispostos a trocar é uma esperança. Dos trajetos da educação nascerá um futuro aberto às diversidades como mote para a superação das opressões, exploração e desigualdades. Avante!
Durante a semana, no período da noite, uma longa caminhada de periferia a periferia, novos centros desse mundo, foi percorrida por 32 participantes que se locomoveram para comoverem. Estávamos na biblioteca do CEU Perus, mas a viagem era da África ao Brasil, desmistificando imagens estereotipadas, buscando trajetórias e personagens deixados à deriva neste vasto caminho, questionando nossas verdades e reconstruindo histórias para o reconhecimento da matriz africana como força civilizatória e, assim também, a nós mesmos. E discutimos textos de grandes teóricos do tema, refletimos sobre mapas, analisamos dados estatísticos, revisamos nossos conceitos e preconceitos, e enceramos o módulo inquietos, sabendo que a cada passo mil outros se abrem para o futuro. A experiência com tantos participantes ávidos, inteiros, inteligentes e dispostos a trocar é uma esperança. Dos trajetos da educação nascerá um futuro aberto às diversidades como mote para a superação das opressões, exploração e desigualdades. Avante!
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